Creative

Creative Game Blog

  • RSS
  • Delicious
  • http://www.facebook.com/andersonsgrabin
  • Twitter

Popular Posts

Hello world!
Righteous Kill
Quisque sed felis

Categoria

AION (15) Apache (1) Comandos (2) Dicas (25) FreeBsd (4) Iniciantes (90) internet (2) Jogos (4) Linux (2) Metin2 (61) Multimidia (23) Mysql (1) novidades (13) Personalização (16) Php (1) Sistema (74) softwers (32) Videos (78) web (18)

Metin2

Tudo sobre o metin dicas do jogo e configuração do servidor,tutoriais,arquivos e etc...

FreeBsd

Tudo sobre o sistema como instalação,manuseio etc...

Aion

Dicas do jogos,arquivos do servidor,tutoriais e etc

Dicas

Dicas sobre varios asuntos

Novidades

tudo o que acontece no mundo e que vira asunto

ct

Configurando o Gnome


Assim como o KDE, o Gnome não é um simples gerenciador de janelas, mas sim um desktop, com um conjunto de bibliotecas, ferramentas de desenvolvimento e vários programas que facilitam o uso e configuração do sistema. Com exceção do Kernel e drivers, tanto o Gnome quanto o KDE são praticamente sistemas operacionais completos.
As principais diferenças entre os dois são a biblioteca usada e a filosofia de desenvolvimento. O Gnome é baseado na biblioteca GTK2, quanto o KDE usa a Qt. O KDE segue uma filosofia "mais é mais", onde temos um ambiente com muitas opções de configuração e o máximo de recursos possível, que agrada a usuários avançados. O Gnome por sua vez utiliza uma filosofia "menos é mais", onde os aplicativos e menus conservam apenas as opções mais usadas e mais importantes, de forma a facilitar o uso, o que por sua vez faz torna o uso inicial do sistema mais simples, o que agrada muitos iniciantes.
As limitações da filosofia do KDE se tornam óbvias quando você começa a encontrar opções duplicadas (na verdade opções com o mesmo nome, mas que servem para coisas diferentes) e a se perder no meio das opções do Centro de Controle, enquanto no caso do Gnome as limitações surgem quando você quer fazer algo e simplesmente percebe que não existe uma opção para isso.
Um exemplo no caso do KDE é o menu "Configurações" do K3B, onde você encontra duas opções aparentemente idênticas "Configurar K3B..." e "Configurar K3B", onde uma abre a janela principal de configuração e a outra abre o K3Bsetup, que verifica as permissões dos executáveis de sistema usados pelo K3B.
Um exemplo clássico no caso do Gnome é a ausência de uma ferramenta para editar o menu iniciar. Apenas no Ubuntu 5.10 foi incluído um aplicativo externo para isso, o smeg (veja a seguir). Muitas coisas que são simples no KDE tornam-se complicadas no Gnome, pois sem uma opção de configuração disponível você acaba tendo que se virar com o gconf-editor, ou sair procurando nos arquivos de configuração. A simplicidade acaba sendo uma faca de dois gumes.
Nada impede que você use aplicativos do KDE no Gnome ou vice-versa, mas existe uma certa penalidade em termos de desempenho ao fazer isso. Misturando aplicativos dos dois ambientes o sistema precisa manter as duas bibliotecas carregadas, o que consome mais memória RAM e processamento. Os próprios aplicativos demoram mais para carregar "fora de casa", pois é preciso primeiro carregar as bibliotecas e outros componentes necessários para depois começar o carregamento do aplicativo em si. Um exemplo clássico é o Konqueror, que abre quase que instantaneamente no KDE, mas pode demorar de 10 a 20 segundos para carregar no Gnome. Outra questão é o aspecto visual: os aplicativos do KDE e do Gnome possuem uma aparência bem diferente, o que faz com que os programas de um fiquem um tanto quanto desfocados ao serem abertos no outro.
Devido a tudo isso, a maior parte das distribuições adota um dos dois ambientes como padrão e centraliza o desenvolvimento em torno dele, dando preferência aos aplicativos e ferramentas de configuração desenvolvidas para ele. O Ubuntu é baseado no Gnome, daí a necessidade de falarmos um pouco sobre sua configuração :).

Barras e Applets
: Assim como no KDE, é possível alterar a posição da barra de tarefas, criar uma segunda barra, no topo ou canto da tela (é possível ter até 4) e incluir applets diversos. A configuração do Gnome é feita através do menu "Administração", que centraliza as opções mais básicas e através do "gconf-editor", uma espécie de "editor de registro", que centraliza um conjunto de opções "avançadas", que ficam escondidas por padrão.
Enquanto o KDE adota por padrão um visual mais "Windows", o Gnome diferencia-se por usar um visual mais estilo "MacOS", com a barra de menu no topo da tela e uma segunda barra com as janelas abertas na parte inferior. Alguns usuários preferem assim, mas outros estranham bastante.
Naturalmente, nada é fixo. O Gnome permite que você utilize múltiplas barras de tarefas, você pode ter até quatro barras fixas (uma em cada canto da tela) e mais um número indefinido de barras flutuantes, que podem incluir applets diversos. Os applets são pequenos aplicativos que se integram à barra, permitindo que você tenha as funções que acha mais úteis à vista.
Clicando sobre uma das barras existentes, você verá um menu como o do screenshot a seguir. Aqui você pode adicionar applets à barra de tarefas (relógio, monitor de sistema, lista de janelas, menu, etc.), adicionar atalhos para aplicativos do menu, além de configurar a largura da barra, criar novas barras ou simplesmente deletá-la, caso você não queira a barra no topo da tela por exemplo. A barra em si é apenas um espaço para incluir os applets que você usa.
Uma configuração comum é mover todos os componentes úteis da barra do topo para a de baixo e em seguida desativá-la, deixando apenas uma barra ativa, como no KDE. Muita gente prefere desta forma, pois aumenta a área útil da tela. Em geral os desenvolvedores usam monitores grandes, a 1280x1024 ou mais, enquanto muito usuários ainda estão nos 800x600. O visual padrão do Gnome é confortável para quem usa monitores grandes, mas não necessariamente para quem usa o desktop a 1024x768 ou menos.
Além dos applets mais conhecidos, é possível adicionar um conjunto muito grande de outros applets, incluindo monitores de sistema, monitores de rede e modem, utilitários para trocar o layout do teclado e besteirinhas diversas. Você tem acesso a eles usando o botão "Adicionar ao Painel":
O conjunto básico, usado por 8 em cada 10 usuários inclui o Relógio (Acessórios > Relógio), o menu do Gnome que faz as vias de iniciar ("Menu Principal" no Ubuntu), a lista de janelas abertas (Área de Trabalho e Janelas > Lista de Janelas) e o controle de volume (System & Hardware > Controle de Volume).
Clicando sobre qualquer um dos componentes adicionados à barra de tarefas você tem acesso a mais um menu, que permite mover ou editar as propriedades. Quase todos os applets oferecem algumas opções que podem ser editadas aqui.
Gerenciador de arquivos: O gerenciador de arquivos default do Gnome é o Nautilus. Ele oferece um conjunto de recursos bastante interessante, com preview de arquivos, opções de filtros, comentários para pastas e assim por diante. Ao contrário do Konqueror, que também é navegador, o Nautilus se concentra na tarefa de gerenciador de arquivos, deixando a parte de navegação em aberto para que você escolha entre o Firefox, Epiphany (um Firefox adaptado para se integrar ao Gnome) ou algum dos outros navegadores disponíveis.
Você notará que, mesmo como gerenciador de arquivos, ele oferece uma quantidade muito menor de opções e recursos que o Konqueror, fazendo com que muita gente que vem do KDE, ou mesmo do Windows estranhe bastante. Novamente, caímos na questão do "mais" ou do "menos": o Nautilus oferece menos opções mas em geral é mais simples de usar, o que faz com que algumas pessoas sejam mais produtivas com ele. É mais uma questão de escolha pessoal neste caso.
O Nautilus possui um conjunto de plugins, que são acessados através de endereços (algo parecido como o "fish://" ou o "fonts:/" do Konqueror, por exemplo). Pressione Ctrl+L para que ele mostre a barra de endereços. A partir daí, você pode usar uma das localizações a seguir. Muitas delas são acessíveis também através do menu ou de outros atalhos espalhados pelo sistema.
fonts:///: Mostra as fontes true-type instaladas no sistema. Você pode instalar outras fontes (fontes do Windows ou do Corel Draw, por exemplo), arrastando os arquivos para dentro da pasta. Lembre-se de que no Windows as fontes vão na pasta C:\Windows\Fonts.
network:///: Mostra e acessa compartilhamentos de rede. Para acessar compartilhamentos do Windows, verifique se o pacote "smbclient" está instalado.
computer:///: Mostra as partições, CDs, DVDs, disquetes e outras unidades de armazenamento do micro. É similar ao "devices:/" do Konqueror.
burn:///: Muita gente reclama que o Gnome não possui uma ferramenta de gravação de CDs, como o K3B. Na verdade, o Nautilus inclui um gravador de CD embutido, acessado através desta url. Basta arrastar os arquivos que serão gravados para dentro da janela e clicar no "Gravar no disco".
themes:///: Por aqui você pode alterar o tema visual do Gnome. Entre os pré-instalados no Ubuntu 5.10, o meu favorito é o "ClearLooks", usado na maioria dos screenshots que está vendo. O tema padrão do Ubuntu, baseado em tons de marrom e bege, não agrada todo mundo.

Preferências
: Como disse, o Gnome tem suas preferências divididas em dois grupos. As opções mais básicas estão concentradas no menu "Sistema > Preferências", onde você configura as associações de arquivos no Nautilus, os atalhos de teclado, fontes, temas e outras opções visuais do sistema, opções do mouse e som, e assim por diante.
O restante das configurações ficam escondidas no gconf-editor (Aplicações > Ferramentas do sistema > Editor de Configurações), que funciona como uma espécie de "editor de registro" exibindo todo tipo de configuração escondida, não apenas para o Gnome em si, mas para a maior parte dos aplicativos baseados nele.

Atalhos de teclado
: O Gnome suporta a maior parte dos atalhos de teclado do KDE. Pressionando Alt+F1, você abre o menu iniciar, Alt+F2 abre o "Executar uma aplicação", Alt+Tab alterna entre as janelas abertas e Ctrl+Alt+DPrintScreen você abre o gnome-screenshot, que tira screenshots da tela e os salva em .png (de forma bem similar ao Ksnapshot do KDE).
minimiza todas as janelas abertas. Ele inclui também alguns atalhos próprios: pressionando a tecla
Para alternar entre os desktops virtuais, você pressiona Ctrl+Alt+seta (usando as setas do teclado, para a direita ou esquerda), enquanto no KDE você pressionaria Ctrl+F1, Ctrl+F2, etc. Para mandar uma janela para outro desktop, clique com o botão direito sobre a barra de título e use a opção "Mover para outra área de trabalho".
Existem ainda alguns atalhos para lidar com as janelas abertas: Ctrl+F9 minimiza a janela atual, Ctrl+F10 maximiza, Ctrl+F4 fecha a janela e Ctrl+Espaço abre o menu "Arquivo" do programa. Estes atalhos podem ser alterados no "Sistema > Preferências > Atalhos de teclado".
Além dos atalhos relacionados à interface, a maior parte dos aplicativos (tanto do Gnome, quanto do KDE), suportam também Ctrl+C para copiar e Ctrl+VCtrl+Z para desfazer a última ação, Ctrl+N para criar um novo documento e Ctrl+S para salvar. para colar,

Editor de menus: Para editar o menu iniciar, use o smeg. Ele é instalado por padrão no Breezy e nas versões anteriores estava disponível via apt-get. Você pode usar o menu, ou chamá-lo pelo terminal, rodando o comando "smeg".
Ele funciona de uma forma similar ao kmenuedit. Ao criar uma nova entrada no menu, você escolhe um ícone e inclui o comando de terminal que executa o programa. Ao incluir entradas para programas de linha de comando, como o mcedit ou o partimage, inclua o comando "xterm -e", como em "xterm -e mcedit". Isso faz com que, ao clicar sobre o ícone, ele abra uma janela de terminal com o programa

Leave a Reply